E mil orações aos céus para a vida apagar de uma vez

(Flávia Côrtes – As Estações)

Tenho por hábito orar. Sempre agradeço. Dificilmente peço por algo, a não ser, força e discernimento para enfrentar os desafios da vida. Houve momentos em que elevei meu pensamento rogando por alguém. Solicitei clemência para aqueles que agonizavam e nada mais se poderia fazer a não ser, orar. Confio no poder das palavras e reverencio quem sabe usar com sabedoria e responsabilidade. A palavra proferida ou escrita pode elevar ou dizimar uma pessoa.

Observo que nos últimos anos, a humanidade retrocedeu em sua evolução, se é que houve uma. A mesquinhez, o egoísmo, o orgulho, a vilania. São primas de primeiro grau e costumam agir em conjunto. Elas sabem que a união faz a força e que unidas, vencem.

Por isso, minhas orações têm sido para apagar de vez a vida delas. Nunca desejei o mal a ninguém, mas, a essa família de perversos e desalmados, que mancham a alma humana, rogo aos céus que se dissolvam no ar.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva Blogvember. Participam comigo:

Lunna Guedes – Mariana Gouveia – Obdulio Nuñes Ortega – Suzana Martins

Imagem gratuita: Pexels

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4 comentários sobre “E mil orações aos céus para a vida apagar de uma vez

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